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AUSTRÁLIA: muito mais que Cangurus

Foto do escritor: experientes em viagens
experientes em viagens
há 3 dias
17 min de leitura

EXPERIENTES EM VIAGENS

NA AUSTRÁLIA (GOLD COAST – YULARA – SYDNEY)

05 a 20JUN24

Estamos de volta a Austrália, dessa vez com o objetivo de irmos passear no deserto australiano e conhecer ULURU (Ayers Rock), o famoso rochedo (monolito), no meio do nada, cartão postal australiano e muito conhecido para quem gosta de ir comer nos restaurantes da rede Outback, que significa o sertão, o deserto australiano.

 

ULURU (Ayers Rock)

Para se chegar a Austrália existem diferentes maneiras, pesquise a que considerar mais interessante para os seus objetivos de viagem. Escolhemos voar no sentido oeste, passando por Santiago do Chile. Como nosso destino era Gold Coast, o voo fez conexão em Auckland (New Zeland). É importante informar que, mesmo de passagem pelo aeroporto de Auckland, é obrigatória a retirada do visto de trânsito, facilmente obtido, eletronicamente, por intermédio do aplicativo NZeTA. Basicamente consta de um print do seu passaporte, uma self sua e o pagamento de uma taxa. A aprovação fica disponível no próprio aplicativo e deverá ser apresentada durante o checkin, na companhia aérea, e, caso solicitado, em sua chegada a Auckland.


No resumo dessa nossa viagem vamos provar que "AUSTRÁLIA: muito mais que Cangurus". Vamos conosco, nesse viagem.

 

GOLD COAST

 

Gold Coast é famosa por ser um paraíso para os surfistas, mas é claro que existem muito mais coisas para serem feitas por lá. Nós visitamos o CURRUMBIN WILDLIFE SANCTUARY, um lugar extremamente agradável. Como o nome já diz é um verdadeiro santuário da vida animal. Diversas espécies podem ser vistas por lá, sendo a grande maioria própria da Austrália e região, o que torna a visita ainda mais atraente, fugindo um pouco das mesmices dos zoológicos que procuram mostrar elefantes, leões, girafas etc.


CURRUMBIN WILDLIFE SANCTUARY

 

O animalzinho que mais atraí os turistas a esse Santuário, e conosco não foi diferente, foi a possibilidade de ver de perto um Koala....ohh animalzinho bonito esse!!!! Ele é difícil de ser visto em seu habitat natural, pois ele dorme em média 20hs por dia, portanto temos que ter muita sorte de vê-lo nas 4hs que ele passa desperto. Nesse santuário existem cerca de 60 koalas para atrair a atenção e as máquinas fotográficas dos turistas. Cada koala se alimenta, em média, de 1kg de folhas de eucaliptos.... haja eucaliptos para alimentar todos eles.


koala

 

Mas não fica por aí não, em Currumbin tem diversos tipos de cangurus, a maior espécie de crocodilo do mundo, o diabo da tasmânia, um lindo lago com diversos pelicanos, morcegos, aves, pássaros, repteis, enfim um monte de animaizinhos para chamar a sua atenção. Nos diversos palcos, existentes no Santuário, são apresentados shows em diferentes horários. Também existe uma área grande para a prática de arvorismo, que atrai muitos adolescentes e adultos.


Como falamos em paraíso para os surfistas, não podemos deixar de citar a praia de SNAPPER ROCKS (Coolangatta). Essa praia é famosa por fazer parte do circuito mundial de surf, ou seja, por aqui já passaram os surfistas mais importantes do mundo. A característica mais interessante é que as ondas se deslocam em paralelo a praia o que proporciona, a quem assiste o campeonato, um visual incrível.


SNAPPER ROCKS (Coolangatta)

 

Despropositadamente caminhando pela orla de Coolangatta, encontramos uma exposição de carros antigos a KUSTOMVILLE que nos proporcionou apreciar modelos de carros bem antigos e muito conservados. O gostoso de viajar e caminhar sem maiores pretensões é encontrar o que não estava planejado!!!

 

Deixemos Gold Coast e fomos para Yulara, isso mesmo Yulara, uma vila que fica bem próximo ao Parque Nacional de Uluru. Mas o trajeto também não é simples, pois o voo, partindo de Gold Coast, faz conexão em Sydney. Em 1 hora se chega em Sydney e depois da espera do voo de conexão, leva-se mais 3 horas para chegar ao Aeroporto de Ayers Rock (Uluru na língua inglesa).

 

YULARA


Yulara é uma vila composta de vários hotéis que existem para proporcionar aos turistas um repouso próximo a ULURU (Ayers Rock) pois, caso contrário, a cidade mais próxima é Alice Springs que fica a 446km (4h30m de carro).

 

O esforço para se chegar a esse local é compensador. Uluru é um monolito gigante, e para nós brasileiros é conhecido com o advento da rede de restaurantes Outback porque sempre há uma fotografia dessa enorme estrutura geológica.

 

É muito difícil de transmitir em palavras ou até mesmo em imagens o gigantismo desse monolito. Ele tem a dimensão de 3,6km de comprimento, por 1,9km de largura, tem uma altura de 348m (mais alto que a torre Eiffel), um perímetro de 9,4km, e se estende para baixo da terra por 2,5km...você pode imaginar o que é isso tudo????!!!!

 

Pois bem, é isso mesmo, um gigante que brota da terra em pleno deserto, podendo ser visto de diversos lugares por onde você estiver andando em Yulara e região. E tudo se desenvolve em torno dessa preciosidade da natureza. Existem as trilhas para passear em torno de Uluru, assistir ao nascer do sol e pôr do sol por diversos ângulos. Isso mesmo, diversos ângulos, com o sol a favor e contra Uluru, e isso faz toda a diferença pois a cor da montanha se transforma. É oferecido também shows de drones iluminados e jantares com o visual de Uluru.


ULURU (Ayers Rock) - visto de muitos lugares de Yulara

 

Nós consideramos que alugar um carro ali era bastante apropriado, pois caso contrário dependeríamos dos passeios turísticos oferecidos pelo hotel/agência de turismo que não é nada barato.

 

Para se ter acesso ao ULURU – KATA TJUTA NATIONAL PARK é necessário adquirir um passe/ingresso de acesso no valor de 38 dólares australianos por pessoa, que permite utilizá-lo por 3 dias consecutivos com entradas/saídas ilimitadas.  Esse passe/ingresso é facilmente obtido on-line através do site oficial do parque, entretanto para quem achar mais confortável o mesmo também pode ser adquirido na entrada do parque.

 

Antes de ir para a base de ULURU recomendamos que visitem o Tourist Centre (Centro de Turismo). Lá você terá uma ideia da importância e de quão sagrado é esse monolito para os aborígenes que ocupavam essas terras e que foi passado de geração em geração até os dias atuais. É uma pena não poder fotografar o centro de turismo, pois são muitas informações disponíveis para o turista e fica complicado de ler tudo no momento de sua visita. O registro fotográfico permitiria uma leitura, posterior, no conforto que julgasse mais apropriado, mas enfim regras são regras e devem ser cumpridas.


Tourist Centre (Centro de Turismo)

Além do centro turístico, nesse complexo existe uma loja de informações turísticas, uma lojinha de artesanato, um centro de artes, uma lanchonete e banheiros. Esse complexo dista cerca de 3km da base de ULURU, mas para quem estiver de carro é melhor o deslocamento.

 

Chegando à base de ULURU as opções de trilhas são diversas, a mais completa, que dá o giro de 360⁰ no monolito são de 10,6km e pode ser percorrido em 3,5horas. Mas atenção, programe-se para fazer essa visita no inverno ou bem próximo dele. Nós fizemos no mês de junho, a temperatura estava bastante agradável, pela manhã, ao nascer do sol, 5⁰, e ao final da tarde, cerca de 26⁰. O inimigo mais desafiador no passeio é aturar as moscas. Apesar de elas não morderem, podemos afirmar que incomodam bastante. Para evitar isso pode-se comprar chapéu com telas que protegem o rosto. Se no inverno esses insetos perturbam muito, dizem que no verão a quantidade é estarrecedora!!! Outro limitador bastante importante é a temperatura, durante o verão é recomendado que a trilha seja percorrida de forma a tê-la encerrado, no máximo, às 11hs. Hidratação é fundamental em qualquer época do ano, portanto esteja pronto com a sua garrafa de água. Durante o percurso existem estações que permitem você beber e reabastecer a sua garrafinha. Há ainda estações que permitem acionar socorro médico, se for necessário.


vistas de ULURU durante a caminhada

Todas as trilhas são confortáveis, fáceis de serem percorridas, bastando apenas avaliar se as distâncias apresentadas estão afinadas com a sua disposição de caminhar. O percurso é lindo, de perto os detalhes são bem mais interessantes e de longe parece tudo uma coisa só! É considerado um lugar sagrado pelos aborígenes, e por isso em diversas partes da caminhada a fotografia é proibida. Podem ficar tranquilos que existem placas indicando, de forma bem clara, os locais proibidos para fotografar. Mas não desanimem, muitos locais podem ser fotografados e esses lugares são lindos.

 

ULURU no pôr do Sol

Essas trilhas podem ser percorridas por bicicletas ou aqueles diciclos (segway), de duas rodas, muito utilizados pelos seguranças de shopping centers, para os que assim desejarem e tiverem pressa em executar o circuito completo.

 

Portanto, podemos afirmar que mesmo com a distância e as moscas, a beleza e o prazer de poder conhecer uma preciosidade que a natureza nos oferece supera tudo.

 

Mas não acaba por aí! A cerca de 50km de Uluru está localizado outro conjunto de rochas conhecido como KATA TJUTA (The Olgas), local, também, sagrado pelos aborígenes.

 

KATA TJUTA (The Olgas)

Lá, da mesma forma, encontramos diversas trilhas, a maior com 7,4km e que pode ser percorrida em 4hs. O seu nível é considerado difícil pois existem alguns trechos íngremes e a trilha, em grande parte, é de pedras e cascalhos o que dificulta um pouco mais a caminhada. Entretanto, nada impossível para quem pratica atividades esportivas ou até mesmo caminhada com certa regularidade.

 

Da mesma forma que ULURU, KATA TJUTA é considerada sagrada pelos aborígenes e muitos trechos, bem sinalizados, as fotos são proibidas.

 

Alguns dados da dimensão do KATA TJUTA:

  • Altura máxima: A formação mais alta, chamada Monte Olga, atinge aproximadamente 546 metros de altura acima do solo circundante e cerca de 1.066 metros acima do nível do mar, sendo mais alta que o Uluru; e

  • Área: O conjunto cobre uma área de cerca de 21,68 km², composto por 36 domos rochosos.

 

Ahhhh, já ia esquecendo de comentar, mas em todo parque nacional o emprego de drones é proibido. Apesar de ter levado o meu, o mesmo não foi empregado.

 

Esse é mais um passeio que entra para a categoria dos inesquecíveis e se fosse possível, todos deveriam fazê-lo pelo menos uma vez na vida.

 

Chegada a hora de partir, embarcarmos com destino a Sydney, apesar de não ser a capital da Austrália é, com certeza, a cidade mais famosa e mais importante.

 

SYDNEY


Sydney tem diversos atrativos e, sem dúvidas, a cidade mais atraente da Austrália. A Opera House é um ícone da arquitetura mundial, qualquer pessoa ao ver a imagem saberá que o assunto é a Austrália.


Ao chegarmos em Sydney, desembarcado do trem que liga o aeroporto ao centro da cidade, fomos surpreendidos com um show de luzes o VIVID SYDNEY 2024. Um show de luzes que acontece anualmente, e nesse ano foi realizado no período de 24MAI a 15JUN, demos muita sorte!!!

 

Sydney estava bastante movimentada e a noite a experiência foi indescritível. Foram 8km de extensão, a beira da Baia de Sydney, toda iluminada com diversas atrações luminosas apresentadas de forma diferente, atraindo nossa atenção e curiosidade. O telhado do Opera House e a Harbour Bridge toda iluminada formavam um show à parte.


Harbour Bridge em Sydney iluminada no VIVID SYDNEY 2024

De forma sincronizada, as mudanças das cores da Harbour Bridge eram acompanhadas, na mesma cor, pelos prédios e embarcações que navegavam nas proximidades.

 

Sydney com o VIVID SYDNEY criou mais um período que recomendaríamos aos turistas visitar, além é claro da passagem do Ano Novo onde o show de fogos de artifícios e luzes são conhecidos e reconhecido mundialmente como um dos mais bonitos do mundo.

 

Mas não é só de luzes que Sydney vive, muito pelo contrário, isso é apenas uma cereja no bolo do turista, isso para quem gosta de cerejas e bolos, é claro....rsrsrsrs.

 

Sydney pulsa o ano todo por ser uma cidade diferenciada, com diversas opções culturais e de lazer.

 

Sem dúvida que o OPERA HOUSE é a atração mais importante e famosa, no nosso ponto de vista. Durante todo o ano diversos shows musicais e de danças são proporcionados ao público, basta se programar com antecedência e adquirir os ingressos on-line, pois a chance de não conseguir ingressos ao chegar no local é muito grande. Mas se não tiver tempo em sua agenda para acompanhar alguma apresentação, ou mesmo não desejar fazê-la, é possível realizar uma visita guiada, que estão disponíveis em diversos idiomas. Acesse o site oficial da Opera House e faça as suas escolhas e aquisição dos ingressos com antecedência. O edifício é famoso por seus telhados em forma de conchas ou velas, que se assemelham a veleiros navegando no porto. Esse design foi criado pelo arquiteto dinamarquês Jørn Utzon. Os "telhados" são cobertos por mais de um milhão de azulejos brancos e cremes, projetados para refletir a luz do sol e criar um efeito visual impressionante. Sua principal e maior sala é a Concert Hall, com capacidade para cerca de 2.700 pessoas, utilizada principalmente para concertos sinfônicos. 

 

OPERA HOUSE

HARBOUR BRIDGE a principal ponte de Sydney que junto com a Opera House formam a paisagem mais famosa dos cartões postais de Sydney. Cruza-la a pé é um passeio que deve constar do seu roteiro de viagem. As fotografias que são tiradas da baía de Sydney, da Opera House e da paisagem do centro são especiais. Na primeira torre de sustentação da ponte existe um museu que apresenta os dados históricos da construção da ponte, como também proporciona um mirante para se observar a ponte em um nível mais elevado, mas se mesmo assim você considerar muito baixo, existe a possibilidade de fazer um tour subindo pelos arcos da ponte até a sua extremidade mais alta. Entretanto esse tour é caro, cerca de 350 dólares australianos e pode ser adquirido on line ou até mesmo no local. É importante saber que não é autorizado o uso de máquinas fotográficas durante a realização do percurso. As fotos são tiradas por membros da equipe que realizam o passeio. A ponte tem um comprimento total de cerca de 1.149 metros (3.770 pés) e uma altura de 134 metros (440 pés) no seu ponto mais alto. O arco principal tem 503 metros (1.650 pés) de comprimento. Foi inaugurada em 19 de março de 1932 e é muitas vezes referida pelos moradores locais como "The Coathanger" (o cabide), devido à sua forma arqueada.


HARBOUR BRIDGE

 

Além da alegria de cruzar a baia de Sydney a pé, tirar mais fotos lindas da Opera House e da própria Harbour Bridge, do outro lado da ponte é possível visitar, e por que não brincar no LUNA PARK.

 

O LUNA PARK é um parque de diversões bem antigo. Teve suas portas abertas em Sydney em 04 de outubro de 1935, e desde então tem trazido felicidades para muitas pessoas. São diversos tipos de combinação de ingressos para as atrações que podem ser adquiridas on line ou mesmo no parque. É possível caminhar no seu interior sem comprar ingresso, mas é claro que dessa forma você não poderá brincar em nenhuma das atrações.

 

De lá você pode retornar por embarcação, transporte público, que é bem desenvolvido na Baia de Sydney, e interliga diferentes pontos da cidade. A estação fica bem ao lado da entrada do Luna Park. Uma excelente oportunidade para tirar fotografias da Opera House vista da Baia, em navegação. Mas tenha atenção, essa opção não é um passeio turístico. É sim um transporte público que permite atravessar a baia de  Sydney e por um custo bem reduzido em relação a um passeio turístico contratado. O embarque na estação do transporte público pode ser feito na estação “Milsons Point Warf” e desembarcar no “Circular Quay”

 

Uma ótima opção para se iniciar um tour por Sydney é visitar a SYDNEY TOWER EYE, uma torre que se eleva a 390 metros e permite uma vista de 360⁰ da cidade. Uma ótima oportunidade para ver do alto as distâncias e afastamentos das principais atrações turísticas que você pretende visitar. Uma pena que de lá não se pode avistar a Opera House que fica obstruída por prédios, mas isso não desqualifica em nada a beleza desse tour que deve constar da sua agenda de viagem.

 

SYDNEY TOWER EYE

O ingresso para ter acesso a torre pode ser adquirido pela internet e é possível ser combinado com até outros três ingressos, o que torna o preço de cada uma das atrações, individualmente, mais barato, e foi isso que fizemos!

 

Um dos tickets que combinamos com a visita a torre foi o SEA LIFE SYDNEY, o aquário de Sydney. Não é um aquário muito grande, mas com certeza bastante interessante e agradável para aqueles que gostam de apreciar as belezas existentes no fundo do mar. Além dos tubarões, raias, pinguins e outras espécies de peixes, existe um Dugong que é o queridinho do áquario. Pig, como é chamado, é um mamífero aquático que se alimenta de plantas, sua dieta é composta de alguns quilos de ervas marinhas, por isso são conhecidos como “vacas marinhas”. É considerado um dos peixes mais inteligentes do ambiente marinho, vivem em torno de 70 anos.


SEA LIFE SYDNEY

 

O terceiro e último ticket que combinamos com a torre e o aquário foi o WILD LIFE SYDNEY, um pequeno zoológico localizado ao lado do aquário, sugerimos até que faça a visita combinada para não ter que se deslocar para o mesmo lugar em outro horário. É possível conhecer as espécies animais que habitam a região australiana. São cangurus, koalas, répteis, aves e outras espécies bem diferente do que estamos acostumados no nosso continente. 

 

É possível se combinar também todas as três atrações anteriores com o MADAME TUSSAUDS SYDNEY, mas optamos não o visitar por já conhecermos o de Londres que consideramos a referência no que diz respeito a museu de cera, portanto não podemos tecer maiores comentários a respeito dele.

 

Um passeio imperdível e relaxante é o ROYAL BOTANIC GARDEN SYDNEY um dos jardins botânicos mais antigos e belos da Austrália, localizado no coração de Sydney, nas margens do Sydney Harbour. Fundado em 1816, é um importante espaço cultural, científico e recreativo da cidade, atraindo milhões de visitantes anualmente. O jardim está situado ao lado da Sydney Opera House e oferece vistas incríveis do Sydney Harbour e da Harbour Bridge, criando um contraste entre a natureza exuberante e os destaques arquitetônicos da cidade. A entrada no Jardim Botânico é franca, e esse passeio é obrigatório para todos os turistas.

 

O ANZAC MEMORIAL é um monumento situado no HYDE PARK em Sydney, dedicado à memória dos soldados australianos e neozelandeses que serviram nas guerras, especialmente os que lutaram durante a Primeira Guerra Mundial. O memorial é um símbolo de respeito e reverência aos sacrifícios feitos por esses soldados, conhecidos como ANZACs (Australian and New Zealand Army Corps). O memorial foi projetado pelo arquiteto Bruce Dellit e inaugurado em 1934. É um exemplo clássico do estilo art déco. O coração do memorial é o Hall of Silence, onde uma escultura central chamada Sacrifice é exibida. Esta escultura impressionante retrata um soldado nu, deitado com uma espada quebrada em seu peito, simbolizando o sacrifício supremo dos soldados. A figura está sustentada por três figuras femininas, representando a mãe, esposa e irmã, simbolizando as mulheres que também sofreram as perdas da guerra. Mesmo que o assunto memorial, guerra, não lhe atraia o passeio pelo Hyde Park é bem interessante.

 

STATE LIBRARY OF NEW SOUTH WALES (NSW) é uma das mais importantes e antigas bibliotecas públicas da Austrália, localizada no coração de Sydney. Fundada em 1826, a biblioteca é um centro cultural, educacional e de pesquisa de grande importância, abrigando uma vasta coleção de materiais históricos, literários e artísticos. A biblioteca abriga itens de grande importância histórica, aí incluindo o diário original do Capitão James Cook, escrito durante sua primeira viagem ao Pacífico, onde mapeou a costa leste da Austrália; um dos primeiros exemplares impressos das peças do dramaturgo Shakespeare; e os registros e cartas de Sir Joseph Banks, o botânico que acompanhou Cook em sua viagem e documentou a flora da Austrália. 


STATE LIBRARY OF NEW SOUTH WALES (NSW)

 

ST MARY’S CATHEDRAL (Catedral de Santa Maria) é um dos marcos religiosos mais importantes e impressionantes de Sydney, além de ser a principal igreja católica da cidade. Localizada no centro de Sydney, em frente ao Hyde Park, a catedral é conhecida por sua arquitetura gótica e sua longa história como centro espiritual e cultural. A catedral é conhecida por suas impressionantes torres gêmeas que dominam o horizonte ao redor do Hyde Park. Essas torres foram a última parte da catedral a ser concluída, finalizadas em 2000, como parte do Jubileu do Milênio.


ST MARY’S CATHEDRAL (Catedral de Santa Maria)

 

SYDNEY TOWN HALL, também conhecido como City Hall (Prefeitura), é um edifício histórico localizado no coração do distrito comercial central de Sydney. Serve como a sede do governo da Cidade de Sydney e é um excelente exemplo de arquitetura do século XIX, apresentando um design grandioso de estilo vitoriano. Construído entre 1868 e 1889, o Town Hall é um dos marcos históricos mais significativos de Sydney, conhecido por seus interiores impressionantes, funções cívicas e eventos públicos.

 

QUEEN VICTORIA BUILDING (QVB) é um dos edifícios mais significativos de Sydney, localizado no coração do distrito comercial central da cidade. Construído entre 1893 e 1898, o QVB foi originalmente projetado como um grande mercado e, desde então, foi transformado em um luxuoso destino de compras, preservando sua grandiosidade arquitetônica. O edifício foi nomeado em homenagem à Rainha Vitória e exibe uma impressionante arquitetura no estilo românico revivalista. Embora seja principalmente um centro de compras, o QVB mantém muitos elementos históricos, como os azulejos originais, balaustradas e os famosos Royal Clock e Great Australian Clock, que são relógios mecânicos que fazem exibições horárias representando cenas da história britânica e australiana.


Royal Clock no QUEEN VICTORIA BUILDING (QVB)

 

Agora se o seu assunto for museus e galerias de artes, existem uma grande variedade deles em Sydney, aqui comentaremos alguns deles:

 

ART GALERY OF NEW SOUTH WALES é um dos principais museus de arte da Austrália, localizada no The Domain. É renomada por sua vasta coleção de arte australiana, europeia e asiática, além de obras contemporâneas. A galeria oferece uma experiência cultural dinâmica com exposições, eventos e programas educacionais ao longo do ano. A galeria possui uma extensa coleção de arte australiana, incluindo obras de renomados artistas indígenas e pintores coloniais, o que para nós foi o mais interessante da visita. A Galeria de Arte fica situada perto do Jardim Botânico, uma linda construção totalmente envidraçada e com uma linda vista para o Porto de Sydney, portanto não deixe de visitá-la, mesmo que você não aprecie artes, as belas paisagens ao redor justificam a sua ida. A entrada é franca.


ART GALERY OF NEW SOUTH WALES

 

AUSTRALIAN MUSEUM, localizado no coração de Sydney, é o museu mais antigo da Austrália e um dos mais importantes do mundo em história natural e antropologia. Fundado em 1827, abriga uma vasta coleção de espécimes científicos e artefatos culturais, mostrando a diversidade do ambiente natural da Austrália e a rica herança de suas culturas indígenas. O museu é renomado por suas coleções abrangentes em paleontologia, geologia, zoologia e botânica. Exibe fósseis de animais extintos, minerais e espécimes do mundo natural. A exposição de Dinossauros é uma das atrações mais populares, com esqueletos em tamanho real e exibições interativas. O Museu Australiano está profundamente comprometido em preservar e exibir o patrimônio cultural dos povos originários da Austrália. A galeria Primeiros Australianos destaca a história, arte e crenças espirituais dos indígenas australianos, com artefatos, arte e histórias de diferentes comunidades aborígenes e das Ilhas do Estreito de Torres. 

 

MUSEUM OF CONTEMPORARY ARTS (MCA) é uma das instituições mais importantes dedicadas à exibição de arte moderna. Localizado em Circular Quay, à beira do porto de Sydney, oferece vistas deslumbrantes da Opera House e Harbour Bridge. O museu foi fundado em 1991, e tem como propósito exibir coleções de arte contemporânea, tanto de artistas australianos quanto internacionais. O prédio é uma impressionante mistura de antigo e novo, com sua fachada Art Déco original dos anos 1950 fundindo-se com extensões modernas concluídas em 2012. Muito se iguala ao Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR), que tem a mesma concepção de construção, a junção do antigo com moderno. Mesmo que a arte contemporânea não lhe atraía, a sua entrada é franca e no terraço, possui uma cafeteria, com vistas espetaculares do porto, perfeito para relaxar e apreciar um bom café. 


MUSEUM OF CONTEMPORARY ARTS (MCA)

 

AUSTRALIAN NATIONAL MARITIME MUSEUM, inaugurado em 1991, é uma das instituições mais importantes da cidade dedicadas à história e cultura marítima. Localizado em Darling Harbour, perfeito para combinar com a visita ao áquario, ou a vida selvagem, ou ao museu de cera, ele oferece uma visão profunda da rica história marítima da Austrália e da relação do país com o oceano. O museu aborda a história naval, de exploração, imigração e comércio marítimo da Austrália, além das conexões culturais com o mar.


AUSTRALIAN NATIONAL MARITIME MUSEUM

 

MUSEUM OF SYDNEY é dedicado à história de Sydney, cobrindo desde os povos aborígenes originais da região até o desenvolvimento da cidade moderna. Ele explora a colonização europeia, a vida colonial e os eventos importantes que moldaram Sydney. Também oferece exposições sobre a arquitetura e os primeiros anos de colonização britânica na Austrália.

 

Não poderíamos esquecer das praias de Sydney que são maravilhosas. A mais famosa é a BONDI BEACH, a qual recomendamos uma visita, ou quem sabe um banho de mar. Agora não deixem de fazer uma caminhada pela beira da praia de Bondi Beach a Coogee Beach, com certeza será algo inesquecível pois o visual é magnifico, cada curva uma foto. Tanto faz o sentido que você escolher. Destaco somente que nesse trecho existem diversos lances de escada tanto subindo quanto descendo que podem ser um fator limitador ao passeio. Nesse percurso irão observar diversas piscinas com água natural que são abertas ao público com um custo, normalmente pagos por hora. Não será difícil de avistar vida marinha durante esse seu percurso, portanto fique atento ao movimento do mar.


BONDI BEACH

 

Ao final da tarde sugerimos passear e jantar/fazer um lanche na região do The Rocks.

 

O THE ROCKS é uma área histórica, conhecida por sua rica história, ruas charmosas e vistas de pontos turísticos de destaque como a Harbour Bridge e a Opera House. Localizada no lado oeste de Circular Quay, foi uma das primeiras áreas colonizadas por europeus na Austrália e evoluiu para um destino turístico vibrante. Nos fins de semana, a área ganha vida com mercados que vendem artes, artesanato, roupas e comida gourmet local. The Rocks é famosa por seus pubs históricos, como o Fortune of War (o Pub mais antigo de Sydney) e o Lord Nelson Brewery. Há também inúmeros restaurantes que oferecem uma variedade de culinárias, muitos com vista para o mar. Lá nós comemos no Endeavour Tap Rooms, na Zia Pina Pizzeria e no The Rocks Café, todos muito bons, com boa comida e ambiente aconchegante.


ECKERSLEY´S ART & CRAFT. Fugindo um pouco das atrações turísticas, devido ao nosso gosto por artes, procuramos sempre conhecer e visitar alguma loja que venda materiais para pinturas a óleo/acrílica e desenhos e, em Sydney, encontramos essa loja superespecializada e com uma diversidade de materiais. Fica aqui a dica!

 

E com artes, terminamos por aqui mais uma das nossas viagens a Austrália, essa foi na realidade a nossa terceira aventura na terra dos cangurus. A finalidade deste resumo é para guardamos um histórico próprio da nossa viagem, como também compartilhar com pessoas que, como nós, gostam de viajar e se aventurar por grandes centros e arredores. Ficamos à disposição caso se interessem por ampliar qualquer uma dessas informações por meio das nossas redes sociais @experientesemviagens, bem como contribuir com sugestões para aprimorarmos ainda mais os textos das nossas viagens. Outras fotografias estão compartilhadas nos “bullets” da nossa conta no Instagram.

 

O percurso que fizemos foi Gold Coast – Yulara – Sydney – Gold Coast. Todos os trajetos foram feitos de avião. Em Yulara, alugamos um carro para termos maiores autonomias nos deslocamentos para conhecer Ayers Rocks e região

 

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Espero que gostem! Boa viagem, e espero vê-lo tornar-se um Experiente em Viagens!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

     

 

 

 

 

 

 

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